Como todo bom Blockbuster este aqui tem todos os elementos de um cinema pipoca de grife. Está tudo nos seus devidos lugares, atores de renome, uma trama bem amarrada (porém as vezes óbvia) e um final cheio de reviravoltas.
Anjos e Demônios (Angels and Demons no original) leva para as telas de cinema mais uma aventura do simbologista Robert Langdon (Tom Hanks), que desta vez se vê as voltas com uma antiga sociedade secreta que coloca em prática um plano de vingança contra a Igreja Católica e caberá a Langdon encontrar as pistas através dos simbolos para que possa prosseguir no Caminho da Iluminação e salvar o dia.
Com um ritmo agil o roteiro não dá muito tempo para o espectador pensar e nos leva por uma viagem pelas ruas de Roma, onde durante o conclave para eleger o novo papa os Illuminatis colocam o seu plano em execução.
Desta vez Langdon deixa de lado as explicações elaboradas que permeavam por praticamente todo o filme anterior e que o fazia em alguns momentos um pouco enfadonho de se assistir. No lugar dos longos discursos entra as cenas de ação e o pouco tempo para Langdon desvendar a próxima pista e seguir na sua corrida contra o relógio com o objetivo de impedir que a vingança se concretize por completo.
Ao lado de Tom Hanks no elenco está a bela atriz Ayelet Zurer no papel da física italiana Vittoria Vetra - a Langdon girl da vez - e Ewan McGregor como o Carmelengo Patrick McKenna.
A direção de Ron Howard não é suficiente para garantir um filme nota 10, pois as vezes nota-se um certo cansaço do diretor em algumas sequências de ação. Destaque somente para a excelente trilha sonora de Hans Zimmer que garante o ritmo certo para a aventura.
Para os que leram o livro não há novidades está tudo na tela, tirando alguns detalhes que foram omitidos, porém isso não atrapalha em nenhum momento o entendimento do público em geral.
Uma liberdade tomada pelos roteiristas foi situar está aventura após os acontecimentos do primeiro filme, pois na verdade os eventos narrados em "Anjos e Demônios" na cronologia dos livros ocorre antes de "O Código DaVinci".
No mais é digno exemplar de filme pipoca que irá levar multidões aos cinemas e deixar todos com um gostinho de quero mais... é e mais está por vir.
Anjos e Demônios (Angels and Demons no original) leva para as telas de cinema mais uma aventura do simbologista Robert Langdon (Tom Hanks), que desta vez se vê as voltas com uma antiga sociedade secreta que coloca em prática um plano de vingança contra a Igreja Católica e caberá a Langdon encontrar as pistas através dos simbolos para que possa prosseguir no Caminho da Iluminação e salvar o dia.
Com um ritmo agil o roteiro não dá muito tempo para o espectador pensar e nos leva por uma viagem pelas ruas de Roma, onde durante o conclave para eleger o novo papa os Illuminatis colocam o seu plano em execução.
Desta vez Langdon deixa de lado as explicações elaboradas que permeavam por praticamente todo o filme anterior e que o fazia em alguns momentos um pouco enfadonho de se assistir. No lugar dos longos discursos entra as cenas de ação e o pouco tempo para Langdon desvendar a próxima pista e seguir na sua corrida contra o relógio com o objetivo de impedir que a vingança se concretize por completo.
Ao lado de Tom Hanks no elenco está a bela atriz Ayelet Zurer no papel da física italiana Vittoria Vetra - a Langdon girl da vez - e Ewan McGregor como o Carmelengo Patrick McKenna.
A direção de Ron Howard não é suficiente para garantir um filme nota 10, pois as vezes nota-se um certo cansaço do diretor em algumas sequências de ação. Destaque somente para a excelente trilha sonora de Hans Zimmer que garante o ritmo certo para a aventura.
Para os que leram o livro não há novidades está tudo na tela, tirando alguns detalhes que foram omitidos, porém isso não atrapalha em nenhum momento o entendimento do público em geral.
Uma liberdade tomada pelos roteiristas foi situar está aventura após os acontecimentos do primeiro filme, pois na verdade os eventos narrados em "Anjos e Demônios" na cronologia dos livros ocorre antes de "O Código DaVinci".
No mais é digno exemplar de filme pipoca que irá levar multidões aos cinemas e deixar todos com um gostinho de quero mais... é e mais está por vir.

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