
Semana de férias então aproveitei para assistir aos filmes que estavam na fila. Nesta época de férias em que os blockbusters de verão americano chegam literalmente arrasando os quarteirões, e várias salas são ocupadas por eles resolvi ver algo diferente e me arrisquei a assistir "Divã" (Brasil 2009), já tinha ouvido boas referências a respeito do filme então não podia ser uma furada.
O filme é baseado na peça de mesmo nome e conta ainda com a mesma atriz que interpretou a personagem principal na montagem para o teatro. Lilia Cabral dá um show a parte interpretando Marta, uma mulher que acha ter a vida perfeita, mas que começa a se questionar o quão a sua vida é perfeita.
Daí inteligentemente o filme se desenrola todo no Divã do analista que Marta procura para repassar a sua vida a limpo. Um grande acerto do filme é o analista ao longo de toda a projeção não dizer sequer uma palavra e o seu rosto também não aparece, ou seja, só vemos o seu vulto é como se Marta estivesse se confessando para si mesma e se autodescobrindo.
A partir desse ponto o filme volta em flashback para contar como foi o casamento de Marta com Gustavo (José Mayer), a chegada dos filhos, os problemas cotidianos do casal, a melhor amiga, etc e tal. Só que todos os assuntos tratados no longa tem um tempero cômico por trás e isso vai aos poucos cativando o público a querer descobrir mais sobre a personagem e o seu cotidiano.
Reynaldo Gianichini e Cauã Reymond completam o elenco principal do longa, tendo as participações certas no momento certo e não comprometem a narrativa.
Destaque também para a cena da boate onde Marta e Mônica (Alexandra Ritcher) vão para se "divertir" e descobrem de forma engraçada que já passaram um pouco da idade para frequentar tais lugares.
Um filme que com certeza vai entrar para a lista dos melhores do cinema nacional nesta nova fase. Pois podemos ver que a cada dia estão dando uma atenção maior ao nosso cinema.
O filme é baseado na peça de mesmo nome e conta ainda com a mesma atriz que interpretou a personagem principal na montagem para o teatro. Lilia Cabral dá um show a parte interpretando Marta, uma mulher que acha ter a vida perfeita, mas que começa a se questionar o quão a sua vida é perfeita.
Daí inteligentemente o filme se desenrola todo no Divã do analista que Marta procura para repassar a sua vida a limpo. Um grande acerto do filme é o analista ao longo de toda a projeção não dizer sequer uma palavra e o seu rosto também não aparece, ou seja, só vemos o seu vulto é como se Marta estivesse se confessando para si mesma e se autodescobrindo.
A partir desse ponto o filme volta em flashback para contar como foi o casamento de Marta com Gustavo (José Mayer), a chegada dos filhos, os problemas cotidianos do casal, a melhor amiga, etc e tal. Só que todos os assuntos tratados no longa tem um tempero cômico por trás e isso vai aos poucos cativando o público a querer descobrir mais sobre a personagem e o seu cotidiano.
Reynaldo Gianichini e Cauã Reymond completam o elenco principal do longa, tendo as participações certas no momento certo e não comprometem a narrativa.
Destaque também para a cena da boate onde Marta e Mônica (Alexandra Ritcher) vão para se "divertir" e descobrem de forma engraçada que já passaram um pouco da idade para frequentar tais lugares.
Um filme que com certeza vai entrar para a lista dos melhores do cinema nacional nesta nova fase. Pois podemos ver que a cada dia estão dando uma atenção maior ao nosso cinema.

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