
Apenas o começo de uma carreira promissora para o diretor Matheus Souza, que dirige o excelente "Apenas o Fim" (Brasil 2008) que estreiou em 12/06 e que injustamente diga-se de passagem está em exibição em pouquíssimas salas.
Com uma narrativa ágil, inteligente e contando com elementos da cultura pop. O filme leva os espectadores para acompanhar a última hora do relacionamento de um casal vividos pelos atores Érika Mader e Gregório Duvivier, que entre a conversa enquanto caminham pelo Campus da PUC-RIO e os flashbacks no apartamento de Tom, eles vão lembrando os momentos que tiveram juntos.
Os elementos da cultura pop que permeiam quase toda a projeção vão desde Super Mario Bros, passando por Final Fantasy, Pokemon, X-men, Star Wars e terminando em Kingdom Hearts (piada que pode passar despercebida para aqueles que não tiveram contato com o game desenvolvido pela Square Enix Disney para o PlayStation 2) - aqui faço uma confissão que a minha ex também tinha um certo problema com o Kingdom Hearts, apesar de gostar de video game.
O casal então vai passando a limpo toda a sua relação de maneira bem humorada, sem dar espaço para as longas discussões e os assuntos vão surgindo naturalmente. A química entre os protagonistas deu tão certo que é inevitável o público não torcer pelo casal, apesar de estar claro que o fim está muito próximo.
É difícil não se identificar com algumas das diversas conversas que o casal tem no filme, pois todo casal já teve alguma parecida ou senão a mesma, pois é um tema universal.
A narrativa permanece a mesma ao longo de toda a projeção e não perde em nenhum momento a sua agilidade. Destaque também para a fotografia que alterna imagens em preto e branco e coloridas em algumas cenas do longa.
No final "Apenas o Fim" é um longa que vale a pena ser visto e revisto, uma surpresa do nosso cinema e que prova que temos bons cineastas se formando no país.
Com uma narrativa ágil, inteligente e contando com elementos da cultura pop. O filme leva os espectadores para acompanhar a última hora do relacionamento de um casal vividos pelos atores Érika Mader e Gregório Duvivier, que entre a conversa enquanto caminham pelo Campus da PUC-RIO e os flashbacks no apartamento de Tom, eles vão lembrando os momentos que tiveram juntos.
Os elementos da cultura pop que permeiam quase toda a projeção vão desde Super Mario Bros, passando por Final Fantasy, Pokemon, X-men, Star Wars e terminando em Kingdom Hearts (piada que pode passar despercebida para aqueles que não tiveram contato com o game desenvolvido pela Square Enix Disney para o PlayStation 2) - aqui faço uma confissão que a minha ex também tinha um certo problema com o Kingdom Hearts, apesar de gostar de video game.
O casal então vai passando a limpo toda a sua relação de maneira bem humorada, sem dar espaço para as longas discussões e os assuntos vão surgindo naturalmente. A química entre os protagonistas deu tão certo que é inevitável o público não torcer pelo casal, apesar de estar claro que o fim está muito próximo.
É difícil não se identificar com algumas das diversas conversas que o casal tem no filme, pois todo casal já teve alguma parecida ou senão a mesma, pois é um tema universal.
A narrativa permanece a mesma ao longo de toda a projeção e não perde em nenhum momento a sua agilidade. Destaque também para a fotografia que alterna imagens em preto e branco e coloridas em algumas cenas do longa.
No final "Apenas o Fim" é um longa que vale a pena ser visto e revisto, uma surpresa do nosso cinema e que prova que temos bons cineastas se formando no país.

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